IA nas empresas, do retorno à governança
Este hub reúne os quatro textos da Hendu sobre IA dentro da operação de empresas de médio porte: por que a maioria dos projetos não devolve resultado, o que fazer com o uso que já acontece por fora, como calcular retorno antes de gastar e como escolher entre comprar, construir ou customizar.
Quase toda empresa de 30 a 200 pessoas já testou alguma ferramenta de IA. Bem poucas conseguem dizer, com número, o que mudou na operação depois disso. A distância entre as duas frases é o assunto deste hub.
Os textos daqui tratam do que acontece depois da demonstração: onde o piloto morre, o que precisa estar combinado antes de começar, quem valida o que o agente prepara, e qual número do resultado vai ser olhado em 30 dias. Nenhum deles trata de modelo de linguagem, arquitetura ou comparação de fornecedor de infraestrutura. O recorte é a aterrissagem na operação, que é onde a conta fecha ou não fecha.
Três compromissos valem para todo artigo desta série. Nenhum número entra sem instituição, nome do estudo, mês e ano. Toda tese tem uma seção dizendo onde ela não se aplica. E o desenho recomendado é sempre o mesmo: a IA prepara, a pessoa valida e assina.
Quem lê aqui costuma ser sócio, CEO ou o gestor que responde pelo processo. É para esse leitor que os textos são escritos: a linguagem é de capacidade, custo, prazo, erro e margem, não de tecnologia.
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